segunda-feira, 20 de julho de 2009

- O céu formava um degradê admirável, as horas se confundiam com o frio que fazia naquele mesmo momento, o vento soprava envolto, úmido e, por breves instantes a névoa gelada cobria a minha face. sentia um certo medo de olhar para trás, não por conhecer cada traço do amanhã, mas por te ver, perplexo, por te ter tão perto e, hoje, tão místico.
- Não me lembro em que pedaço do tempo percebi você, mas temos ta
ntos dias agora, não demora . . ainda permaneço com seus olhos, profundos, vidrados, dentro de mim. pensava que o frio cortante era maior, Deus sabe o quão congelada você me deixou . .


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